PULSAR VALSA
oficina de som e ritmo

com Domenico Lancellotti
17 de NOVEMBRO de 2022 ~ 18h às 21h

"O som
Brrrrrrrrrrrrrrrr
Aummmmmmmmmm
Omnnnnnnnnnnnnnn

Abrir a escuta
Buscar timbres através do corpo e dos instrumentos disponíveis ao redor
Relacionar esses sons com o que escutamos do mundo

O Ritmo
Tudo que existe tem ritmo

O ritmo organiza o caos 
Cada corpo tem sua cadência que vem do funcionamento fisiológico 
e da terra

Podemos criar padrões de ritmo com sons, e a repetição sistemática desses sons nos dá a possibilidade de caminhar (estar) juntos

Um colar de contas:
3 pedras amarelas
2 pedras laranjas
4 vermelhas
2 pretas
E novamente 
3 amarelas, 2 laranjas, 4 vermelhas, 2 pretas...

Uma parede de azulejos cria padrões geométricos que podem fazer contrapontos com outros padrões geométricos e com outros padrões geométricos
como no samba

Dar margem a exercícios de fantasia e mágica a fim de incorporar um estado sonoro 
Trabalhando a permanência"

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A oficina Pulsar Valsa é um convite a explorar os sons disponíveis ao redor, abrindo a escuta e criando uma malha de ritmos e sons que convidam a permanência. Mais do que aprender ritmos novos, partiremos do pulsar natural, cultural, estrutural que cada pessoa trás.

 

Os participantes devem trazer 1 par de baquetas ou vassouras, ou pínceis de som.

Duração: 3h

 

Investimento: 15€

 

Inscrições: valsavalsou@gmail.com

 

Sobre o facilitador: Multi-instrumentista, cantor, compositor, produtor e artista plástico, Domenico Lancellotti é uma referência da música popular brasileira contemporânea. Carioca de ascendência italiana, formou, nos anos 90, a banda de rock experimental Mulheres Que Dizem Sim, tendo ainda nesse período começado a trabalhar com Moreno Veloso e Alexandre Kassin no projecto + 2. Foi um dos fundadores da Orquestra Imperial e integrou ainda os projectos Os Ritmistas, Vamos estar fazendo e Meia Banda. Como músico, compositor e produtor, colaborou com Adriana Calcanhotto, Caetano Veloso, Arto Lindsay, Gilberto Gil, Moreno Veloso, Gal Costa e Chrissie Hynde, e compôs bandas sonoras para teatro, dança e instalações. Depois  de Cine Privê (2011) e  Serra dos Órgãos (2017), acaba de lançar Raio, disco gravado entre o Rio de Janeiro e Lisboa, explorando as raízes da música popular brasileira e a rítmica da electrónica, sob o “sentimento de reconstrução e renascimento”.